São Paulo, Brazil
Sou jornalista, pós-graduada em Jornalismo Esportivo e Negócios do Esporte. São-paulina. Apaixonada por Futebol e pela profissão dos Goleiros.
Mostrando postagens com marcador Jogo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Jogo. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, maio 14, 2010

Raposa ou Santo, quem avança?

Fichas apostadas. Chute inicial. Os brasileiros na Libertadores. Cruzeiro X São Paulo. O jogo prometia.


Logo no início do jogo, o Cruzeiro fez a defesa são-paulina trabalhar, com quase metade do primeiro tempo, o São Paulo começou a comandar o jogo. No lá e cá, o Tricolor abriu o placar, aos 23 minutos.


Sem se abater, o Cruzeiro foi pro ataque, tentou, tentou e tentou de novo, mas Ceni foi um dos nomes do jogo, fez grandes defesas e deixou o São Paulo na vantagem.


Apesar do sufoco que o Cruzeiro deu no ataque, o Tricolor, no segundo tempo, ainda viria o 2X0.




Visão da Pequena Área do São Paulo


Em campo, no esquema tático 5-4-1, Rogério Ceni, com sua excelente atuação no gol são-paulino, assistiu de camarote a estreia de Fernandão, viu do outro lado do campo, a tabela de Marlos e Fernandão, e a finalização de Dagoberto para abrir o placar, ainda no primeiro tempo.


E, no segundo tempo, mais um tabela de Fernandão, dessa vez com Dagoberto e o gol de Hernanes.


O tricolor jogou com os laterais avançados e Fernandão como centroavante, apesar de apenas um jogador na frente, Ricardo Gomes fez um time ofensivo, principalmente nos contra-ataques.


A defesa, com 5 jogadores, ajudaram a evitar o ataque da Raposa. Nos lances de perigo, Rogério fez sua parte e se sagrou grande responsável pela vitória Tricolor, nesse primeiro jogo.




Visão da Pequena Área do Cruzeiro


O goleiro do Cruzeiro, Fábio, apesar de todo entrosamento do time, viu a bola parar nos pés da defesa são-paulina.


Atuando no esquema 4-4-2, com uma linha de jogadores no meio-campo, o Cruzeiro não conseguia quebrar o bloqueio do 5-4-1, mesmo com as alterações do técnico Adilson Batista, os jogadores não encontraram muito espaço para o ataque.


Sem conseguir converter os poucos ataques em gols, Fábio ainda viu a defesa falhar e o Tricolor abrir a vantagem em pleno Mineirão.

sexta-feira, maio 07, 2010

O Rei Pentacampeão

Depois da derrota por 3x2 para o Náutico, num duelo de 4-3-3 (Náutico) e 3-5-2 (Sport). O técnico do Sport resolveu mudar, entrou em campo no segundo jogo, o Leão da Ilha no esquema 4-4-2, muito mais ofensivo do que no primeiro jogo. Com dois meias de articulação, o time conseguiu sagrar-se pela quinta vez consecutiva, campeão pernambucano.

Do outro lado, o Timbu com 4 atacantes, apesar de jogar pelo empate, deixou a defesa desprotegida e permitiu que o adversário fizesse o gol.


Goleiro Magrão (Sport)


No 1º jogo


Foi prejudicado pelo esquema já conhecido, os atacantes sabiam os pontos fracos do time.

A pressão do Náutico começou logo nos primeiros minutos do jogo, o goleiro do Sport conseguiu deter os 3 atacantes adversários até os 11 minutos.

Em especial no 2º e 3º gol, não teve como evitar, após falha da zaga do rubro-negra, os atacantes ficaram de cara pro gol.

No 2º jogo

Com bem menos trabalho que no primeiro jogo, o goleiro conseguiu segurar o Náutico.

A principal arma do alvirrubro eram os contra-ataques rápidos, mas a zaga do Sport, mais acertada que o outro jogo, evitava os perigos ao gol rubro-negro.

Goleiro Glédson (Náutico)

No 1º jogo

Logo no início do jogo, salvou a equipe da vantagem do rubro-negra, depois da zaga perder a bola, Ciro tentou abrir o placar, mas o goleiro mandou a bola pra escanteio.

Teve a infelicidade do 1ºgol, com um chute de fora da área que foi desviado após bater no zagueiro do náutico. Depois, viu uma jogada ensaiada virar o placar para 3x2, numa bola parada.

Glédson ainda conseguiu segurar a vantagem do alvirrubro, numa cabeçada e depois num chute de Leandrão.

No 2º jogo

Ao contrário do outro jogo, viu a pressão do ataque do Sport. Ainda no primeiro tempo, o único gol da partida, após um tiro certeiro de Ciro, o goleiro fez a defesa, mas deixou rebote para o atacante Leandrão.

segunda-feira, maio 03, 2010

3-5-2

Esquema tático com: 3 zagueiros, sendo que o zagueiro central atua recuado e os laterais atuam como alas, apoiando pelos extremos do campo; 5 jogadores no meio-campo, sendo 2 alas, 1 volante e 2 armadores e no ataque 2 jogadores perto da área.


3-5-2 superando o 4-4-2


Avaí X Joinville, final do estadual de Santa Catarina. O Avaí que venceu o primeiro jogo por 3x1, não se contentou e arrancou mais um 2x0 no jogo de volta. Sagrando-se Campeão Catarinense pela 15ª vez.

Em campo, com um esquema 3-5-2, mais ofensivo que seu rival Joinville que entrou com o esquema 4-4-2, o Avaí foi superior no jogo, mostrando sua força nos contra-ataques rápidos, já o vice-campeão, mostrou-se com boas jogadas vindas do lateral Eduardo pela esquerda, na pouco pressão que fizeram em campo.


Visão da Pequena Área


O goleiro Zé Carlos do Avaí:


No esquema 3-5-2, com um time mais ofensivo, o objetivo é ter o time no campo de ataca, o que faz o goleiro trabalhar menos. Salve exceções de contra-ataques, onde o time possivelmente estaria desarrumado na defesa, o que traria mais perigo para o goleiro.


O esquema foi feito para marcar o esquema 4-4-2, tendo 3 zagueiros e o rival 2 atacantes, o time tem garantia de um jogador a mais na defesa. Por outro lado, no meio de campo, os laterais agregam outras funções, jogando como alas, e trabalham tanto na defesa quanto no ataque do time

O goleiro Fabiano do Joinville:

No esquema 4-4-2, o time se fecha na defesa com 4 jogadores, porém com 4 jogadores no meio campo, o time consegue se mover facilmente para o ataque, onde tem os 2 atacantes adiantados.

O time, com o esquema 4-4-2, tem a possibilidade de mudanças do meio-campo ao ataque, variando o posicionamento dos jogadores, o esquema também é muito utilizado por facilitar a distribuição de tarefas.

sexta-feira, abril 30, 2010

4-3-3



Muito utilizada em meados de 60, início de 70 e pela Holanda na Copa de 94, o esquema tem quatro jogadores na defesa, três no meio-campo e três no ataque.


Na defesa se tem três jogadores de frente que ajudam na marcação dos laterais/volantes do time adversário. No ataque, os laterais sobem para desarmar a defesa adversária.


O ideal: Ataque com jogadores velozes, dinâmicos; Meio-campo com um meia de ligação.

Centenário demolido frente ao Imperador?


Depois do 1X0 para o Flamengo, nas quartas de final pela Libertadores, o técnico do Corinthians, Mano Menezes, deixou no ar uma possibilidade de mudança de esquema tático, o que poderá ser a volta do 4-3-3 no alvinegro.


Na quarta-feira, em um jogo que prometia ser o mais disputado da rodada da Libertadores, os torcedores do Flamengo tiveram que se contentar com apenas um gol de pênalti, cometido por Moacir e cobrado pelo Imperador.

A chuva também ajudou a estragar a festa que prometia ser grande no Maracanã. Num campo pesado, exigindo muito preparo físico dos atletas, a bola não rolava, os chutes ficam pelo meio do caminho. Do lado alvinegro as atenções eram para Ronaldo, que teve uma péssima atuação em campo. Do outro lado, o rubro-negro contava com Adriano, que fez as pazes com a torcida e a mídia ao fazer o gol, chutar uma bola no travessão e ter outra finalização defendida por Julio Cesar. Aliás, o goleiro do Corinthians, foi o melhor em campo, apesar do gol, créditos devem ser dados a excelente cobrança feita por Adriano.



No primeiro round do duelo de gigantes (Ronaldo e Adriano), o Imperador conquistou, agora só nos resta esperar pelos próximos 90 minutos.


Visão da Pequena Área na chuva


Quem acha que só quem corre em campo é prejudicado com chuva, esquecem dos heróis da pequena área, e ainda mais nesse jogo podem assim serem chamados.

Bruno e Julio Cesar sempre atentos aos lances e possíveis paradas de bola nas poças d'água que se formaram no campo, tiveram saídas excepcionais para a defesa. Muito além do desgaste físico, entra em campo o desgaste emocional, pela cobrança e atenção durante toda a partida.



O principal lance de Bruno, goleiro do Flamengo, foi sua saída para defender a finalização de Moacir. Do outro lado, Julio Cesar viu Adriano cabecear para o gol e fez grande defesa.

segunda-feira, abril 26, 2010

4-4-2

Esquema Tático usado desde o final da década de 70. O técnico escalava o ponta recuado, logo, seria o fim dos pontas abertos.

Esse esquema proporciona contra-ataques rápidos. Quando foi criado, tinham-se 3 meias e 2 volante, depois, os técnicos, passaram a variar para 2 meias e 2 volantes ou 1 meia e 3 volantes. O 4-4-2 passou a ser muito utilizado pois consegue distribuir as tarefas e garantem o apoio e a cobertura de um jogador por outro, conforme o jogo exige.


O Feitiço contra o Feiticeiro

Domingo, Pacaembu lotado, no gramado a frase “Pacaembu: 70 Anos”. Mas os olhos da torcidas se atentavam para o túnel. Logo, a Baleia surgiu, e trouxe contigo o Branco e Preto da Baixada Santista. Na briga pelo título surgia, quase despercebido, o Ramalhão, Branco e Azul.

A tarde prometia goleada dos Meninos da Vila. Mas aos 2 minutos do primeiro tempo, Santo André pararia o Santos, num duelo de 4-4-2 e 4-4-2. Mas afinal, o que conseguiu parar o Meninos no primeiro tempo? Os dois times estavam na defensiva com 2 laterais e 2 zagueiros.

O Santo André foi pro ataque e trabalhou a movimentação. Apesar de o 1x0 pro Santo André ter saído de falta, o ataque do Ramalhão saia com velocidade e deixava a zaga do Santos para trás, criando várias oportunidades de gol. Exatamente o que os Meninos da Vila fizeram no segundo tempo com a zaga do Santo André, que, com o time cansado, não conseguiu mais parar o rival. Mais tarde ainda perderia um zagueiro.

O Santos, sem Neymar, substituído no intervalo por André, cresceu no segundo tempo, jogando por trás da zaga andreense. Explorando a abertura na lateral direita, o Santos virou o jogo 3x1.

Com a expulsão de Toninho, o técnico do Santos fez uma alteração. Tirou Pará, na lateral direita e colocou Madson, deixando o time mais ofensivo. Resultado? Gol do Santo André 3x2. Com a abertura da zaga santista, Rodriguinho conseguiu espaço para sair em velocidade e assustar o Santos novamente.


Visão da Pequena Área

Santos

Finalmente um jogo onde a defesa santista teve seu destaque, mas por seus erros. Num primeiro tempo com a zaga desarrumada, os ataques e contra-ataques do Santo André foram o Calcanhar de Aquiles para o goleiro. Aos 34, em uma falta cobrada por Bruno César, o goleiro teve a mesma falta de sorte dos atacantes do Santos, até o momento, com uma barreira mal feita, Felipe não conseguiu evitar o 1x0.

Se por um lado a defesa deixou a desejar, do outro lado do campo não se viu o mesmo futebol dos Meninos da Vila, que não conseguiam furar a dupla de lateral e a dupla de zagueiros do Ramalhão.

Com o esquema de 4-4-2, o ideal seria a proteção do goleiro e a marcação cerrada aos adversários, porém, apesar de terem melhorado no segundo tempo, o goleiro ainda viria Rodriguinho marcar o segundo gol pro Santo André.

Santo André

Os olhos dos andreenses eram nele, o único que poderia deter os Meninos da Vila, em um primeiro tempo exemplar nas poucos defesas que precisou fazer, isto porque a defesa do Ramalhão quase não permitia o avanço do Santos, Júlio César parou o ataque santista, no primeiro tempo.

Mais tarde, já no segundo tempo, por falhas da defesa que deixava os santistas sem marcação, o Santo André viu o Santos empatar e virar o jogo. O empate veio com uma cobrança de escanteio, Paulo Henrique dentro da área passa para André, sem marcação fazer 1x1. A virada veio depois, com duas jogadas pelas costas da zaga andreense, o goleiro viu seu triunfo dos 45 minutos anteriores ser engolido pela ataque do Santos.