São Paulo, Brazil
Sou jornalista, pós-graduada em Jornalismo Esportivo e Negócios do Esporte. São-paulina. Apaixonada por Futebol e pela profissão dos Goleiros.
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segunda-feira, março 28, 2011

Ceni é 100! Ídolo tricolor atinge marca soberana em 14 anos de celebrações

Camisa 1 começou trajetória em 1997 e hoje é o maior goleiro-artilheiro do mundo. Conheça como foi a caminhada do recordista até o centésimo tento


Por Carolina Elustondo São Paulo



Quando Adnan viu a bola balançar sua rede no cantinho inferior esquerdo, e na sequência observou a corrida enlouquecida de um jovem jogador pelo campo, não imaginava que ali começava a trajetória do camisa 1 mais goleador do mundo: Rogério Ceni, que começou a caminhada com este gol de falta, contra o União São João, no dia 15 de fevereiro de 1997, e agora está comemorando o centésimo da carreira - ele marcou o segundo gol são-paulino na vitória por 2 a 1 sobre o Corinthians, no último domingo, pelo Campeonato Paulista.


Em 14 anos de bolas na rede, Ceni celebrou 100 gols, mas alguns foram especiais. Em 2000 ele anotou um no empate por 2 a 2 com o Santos, na final do Campeonato Paulista . Carlos Germano foi a vítima do arqueiro, que levantou a taça da competição. Em outro torneio em que ergueu um troféu importante, o camisa 1 foi ovacionado mundialmente: ele marcou nas semifinais do Mundial de Clubes em 2005, contra o Al-Ittihad, de pênalti, no Japão. Esta temporada, tão vitoriosa para o clube, foi a melhor do jogador, que anotou 21 gols, seu maior recorde por ano.


No dia em que fez dois diante do Cruzeiro, em 2006, ele superou outra escrita ao ultrapassar o paraguaio Chilavert, passando a ser o goleiro com mais gols marcados no planeta, com 63 tentos. A marca poderia ter vindo antes, mas a Fifa não reconhece dois gols de Ceni, marcados em amistosos com a camisa do São Paulo: um em 1998, contra um combinado de Santos e Flamengo, no Morumbi, e outro em 2000, contra o Uralan (RUS), pelo torneio Constantino Cury. Recentemente, o Tricolor reforçou, em um comunicado oficial, que estes dois gols valem para o clube, e aquele do recorde passou a ser o de número 65 nas contas do time.


No mesmo jogo contra a Raposa, o ídolo são-paulino inovou ao fazer um gol com a bola rolando. Ele tocou para Souza, que ajeitou para o chute preciso no lado esquerdo de Fábio (assista ao vídeo sobre a atuação de Ceni neste jogo). Por essa nenhum torcedor esperava! Nem mesmo Fábio. Ele, aliás, tem participação importante na trajetória do recordista, pois foi o goleiro que mais sofreu bolas na rede de Ceni: seis. Mas o time que tem o tricolor como carrasco é o arquirrival Palmeiras, que sofreu sete, com Marcos (4), Sérgio (2) e Diego Cavalieri. O que Ceni ainda não conseguiu na carreira foi anotar três em uma só partida. Bem que ele chegou perto contra o Tigres (MEX), pela Libertadores de 2005, quando fez dois de falta e perdeu um pênalti.


Até o ano passado, quando Ceni fazia um gol, era sinal de que o São Paulo não perderia a partida. Isso mudou na derrota para o Once Caldas por 2 a 1, em Manizales, pela Libertadores. O goleiro fez o dele de falta, mas não conseguiu evitar dois gols do adversário. Aquele foi o gol 90 e iniciou a contagem regressiva para o centésimo, anotado neste domingo, contra o rival Corinthians, na Arena Barueri.


Agora é a hora de comemorar e aumentar a lista que já entrou para a história. Parabéns, Ceni!


Fonte:http://globoesporte.globo.com/futebol/rogerio-ceni-100/noticia/2011/03/ceni-e-100-idolo-tricolor-atinge-marca-soberana-em-14-anos-de-celebracoes.html

quarta-feira, fevereiro 09, 2011

Homenagem ao Ídolo Tricolor

Rogério Ceni é homenageado mais uma vez. E não foi pelo SPFC ou pela CBF.

Desta vez, a homenagem foi de Emerson e Thais que há 4 meses deram o nome de Rogério Ceni ao seu filho.

O ídolo são-paulino que já tem em seu currículo várias conquistas e homenagens por suas atuações, agora conta com uma bela homenagem de seus fãs.

Definitivamente, o garoto torcerá para o Tricolor paulista ou terá problemas ao falar seu nome.

quarta-feira, setembro 08, 2010

Rogério Ceni: 20 anos no SPFC

Rogério Ceni (Pato Branco, 22 de janeiro de 1973). Revelado em 1990 pelo Sinop, foi contratado no mesmo ano pelo São Paulo, equipe da qual é titular desde 1997.

Rogério Ceni destaca-se por ser especialista em cobranças de faltas próximas à grande área e pênaltis. Sua precisão nas cobranças é tanta que, em agosto de 2006, Rogério Ceni tornou-se o goleiro com o maior número de gols marcados na história do futebol, superando o paraguaio José Luis Chilavert.

Nascido no interior do Paraná, na cidade de Pato Branco, mas tendo crescido no Estado de Mato Grosso, foi revelado como goleiro pelo Sinop Futebol Clube, da cidade homônima, onde até hoje moram a maior parte de seus familiares e onde obteve seu primeiro título profissional. Foi contratado pelo São Paulo em 7 de setembro de 1990.

Começou como reserva de Zetti, fazendo parte do elenco que ganhou vários títulos, comandado por Telê Santana. Nesta fase, integrou a equipe de baixo, conhecida como "Expressinho", que conquistou o título da Copa Conmebol, em 1994. Com a saída de Zetti em 1997, assumiu a posição de goleiro titular do time. Inicialmente, era conhecido apenas como "Rogério"; passou a ser conhecido juntamente com o sobrenome posteriormente.

Recebeu por seis vezes a Bola de Prata, prêmio este concedido pela revista Placar ao melhor jogador da posição durante o Campeonato Brasileiro, e no ano de 2008, além do troféu de prata, recebeu a Bola de Ouro como o melhor jogador do Campeonato Brasileiro.

No ano de 2006 foi condecorado com o troféu de ouro concedido para o melhor goleiro do Campeonato Brasileiro, juntamente com o troféu de melhor jogador do campeonato, prêmios concedidos pela CBF em grande festa realizada no Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Em 2007, voltou a receber o prêmio de Melhor Goleiro do Campeonato Brasileiro, além de Craque do Brasileirão e Craque da Torcida, todos concedidos pela CBF.

Rogério entrou três vezes na lista dos dez melhores goleiros do mundo, elaborada anualmente pela IFFHS, Federação Internacional de História e Estatística do Futebol, entidade com sede na Alemanha. Em 2005, foi o nono colocado, em 2006 ficou na sexta colocação e em 2007 ficou na quinta colocação.

Foi indicado ao prêmio Bola de Ouro, da revista France Football, em 2007, sendo o primeiro e único, até o momento, jogador atuando na América do Sul a concorrer ao prêmio, mas acabou ficando em um vigésimo sétimo lugar.


Seu profissionalismo e dedicação ao clube e o carisma que tem junto a torcida são destaques que marcam a carreira do jogador, e determinantes para ter recebido o slogan: "Todos têm goleiros, só nós temos Rogério Ceni". No dia 7 de setembro de 2010, Rogério Ceni completou 20 anos vestindo a camisa do São Paulo, sendo três deles pelas categorias de base.

Seleção Brasileira

Participou de dezessete partidas pela Seleção Brasileira de Futebol. Rogério não obteve, com a camisa do Seleção, o mesmo sucesso que conseguiu no São Paulo Futebol Clube. Como titular, disputou só uma competição oficial. A Copa das Confederações de 1997, na Arábia Saudita. Mas, ainda assim, se indispôs com o então técnico, Zagallo. O goleiro reclamou da “brincadeira” de outros jogadores de, sem permissão, cortar o cabelo dos colegas. O Velho Lobo viu “falta de espírito de grupo”.

Com a entrada de Luxemburgo no comando da seleção, o goleiro teve novamente uma chance.

Depois de um longo exílio, o goleiro voltou a ser convocado pelo técnico Emerson Leão e assumiu a condição de titular da Seleção Brasileira. Na vitória por 1 a 0 sobre a Colômbia, pelas Eliminatórias da Copa do Mundo FIFA de 2002, Rogério teve a chance de bater uma falta e quase marcou o seu primeiro gol com a camisa amarelinha.

Integrou o elenco pentacampeão do mundo pelo Brasil em 2002. Rogério nunca teve o merecido espaço na seleção brasileira devido a ter um patrocínio diferente do qual patrocina a seleção, fato inexplicado até hoje. Mas mesmo assim, atuou pela primeira e única vez na Copa em 22 de Junho de 2006, ao substituir Dida aos trinta e seis minutos do segundo tempo, na partida em que a seleção derrotou o Japão por 4 a 1. Este fato significou a quebra de um tabu que já durava quarenta anos, pois a última vez que a seleção brasileira utilizou dois goleiros numa mesma Copa havia sido em 1966, na Inglaterra.

Recordes

No dia 22 de julho de 2007, na vitória do São Paulo por 2 a 1 sobre o Cruzeiro no Mineirão, completou 309 jogos em campeonatos brasileiros atuando pelo mesmo time quebrando o recorde que pertencia a Roberto Dinamite que havia atuado em 308 partidas pelo Vasco.

No dia 1 de setembro de 2007,com uma goleada de 6x0 sobre o Paraná, no Morumbi, Rogério se tornou o goleiro são-paulino com a maior série de jogos sem sofrer gols em Campeonatos Brasileiros, superando Valdir Peres, que ficou 694 minutos sem ser vazado, em 1983. A série foi interrompida aos 47 min do segundo tempo da vitória de 2 a 1 sobre o Santos, em 15 de setembro, após nove jogos inteiros e dois parciais sem ter que ir buscar a bola no fundo das redes. No total, foram 988 minutos sem sofrer gols, que colocaram Rogério à frente da segunda maior sequência invicta da história do Campeonato Brasileiro (perde apenas para Emerson Leão que, jogando pelo Palmeiras em 1973, permaneceu invicto por 1057 minutos).

No dia 19 de agosto de 2009, com um vitória sobre o Fluminense por 1x0, Rogério Ceni tornou-se o jogador que mais partidas jogou da história do Campeonato Brasileiro, superando Zinho, que jogou por Flamengo, Palmeiras e Cruzeiro, que detinha o recorde com 369 partidas.

No dia 28 de abril de 2010, completou 900 jogos pelo São Paulo Futebol Clube, no empate com o Universitario, na cidade de Lima.

É o terceiro jogador que mais vestiu a camisa de um clube na história do futebol mundial, ficando apenas atrás de Roberto Dinamite, que disputou 1065 jogos pelo Vasco e Pelé, que vestiu a camisa do Santos em 1114 partidas.

No dia 28 de outubro de 2010, em partida contra o Clube Atlético Paranaense (2 x 1 para o São Paulo) pelo campeonato brasileiro, chegou a marca de 700 jogos como capitão de um time, marca ainda não alcançada por nenhum outro jogador na história do futebol brasileiro. Ele recebeu a tarja de capitão no ano de 2001.

Goleiro artilheiro

O primeiro gol de Rogério foi marcado numa cobrança de falta em 15 de fevereiro de 1997, contra o União São João, em Araras, pelo Campeonato Paulista. No dia 20 de agosto de 2006, Rogério tornou-se o maior goleiro artilheiro da história ao marcar, contra o Cruzeiro, em cobrança de falta ensaiada, seu 63º gol em partidas oficiais, superando a marca de 62 gols que antes pertencia ao goleiro paraguaio Chilavert. Nesse mesmo jogo marcou outro, de pênalti, chegando aos 64 gols.

Além do jogo em que quebrou o recorde, o goleiro-artilheiro fez dois gols numa mesma partida outras quatro vezes. A primeira contra a Inter, na casa do adversário, pelo Campeonato Paulista, em 25 de abril de 1999: vitória de 2 a 1 com um gol de pênalti e outro de falta. A segunda dobradinha veio em 17 de julho de 2004, pelo Campeonato Brasileiro, agora no Morumbi, outra vitória por 2 a 1, esta sobre o Figueirense, também com um pênalti e uma falta. No vitória por 4 a 0 frente ao Tigres, do México, pelas quartas-de-final da Taça Libertadores da América de 2005 fez dois gols de falta. Com um pênalti desperdiçado, Rogério perdeu a chance de marcar pela primeira vez três gols num mesmo jogo. O quarto jogo em que Rogério marcou dois gols em uma só partida foi contra o Vasco, no Morumbi, pela décima sétima rodada do Campeonato Brasileiro de 2008. O placar foi 4 a 0 e o goleiro-artilheiro anotou os dois últimos, um de pênalti e outro de falta.

O Palmeiras é o time contra o qual mais fez gols (7), seguido pelo Cruzeiro (6) e Vasco (5). 2005 foi o ano em que mais balançou as redes, com 21 gols, sendo o último deles na semi-final do Mundial de Clubes, contra o Al-Ittihad, assim tornou-se o primeiro goleiro do mundo a marcar um gol no Mundial de Clubes.

É o goleiro que mais marcou gols no Campeonato Paulista, Copa dos Campeões, Torneio Rio-São Paulo, Campeonato Brasileiro, Copa Libertadores e Campeonato Mundial de clubes da FIFA (Atualmente é o único goleiro do mundo que marcou um gol no Campeonato Mundial de clubes da FIFA).

Um fato curioso é que em todas as partidas em que ele marcou no mínimo um gol, o time do São Paulo só foi derrotado duas vezes. Nos jogos em que marcou gols, Rogério e o São Paulo contam com 66 vitórias, 19 empates e 2 derrotas.

No dia 25 de fevereiro de 2010, ao anotar, de falta, um gol sobre o Once Caldas na derrota de 2 a 1, tornou-se o maior artilheiro do São Paulo na história da Libertadores isoladamente com 11 gols marcados.

O último gol de Rogério Ceni com a camisa do São Paulo foi em 28/11/2010 contra o Atlético-GO, pelo Campeonato Brasileiro, no empate por 1 a 1.

É um dos maiores jogadores da história do São Paulo e do Brasil, disputou duas Copas do Mundo como goleiro reserva, vencendo uma. Após Rogério fazer o seu gol de numero 92, ele chegou aos 20 maiores artilheiros da historia do São Paulo.

Fonte: Wikipédia

sexta-feira, julho 30, 2010

Libertadores: São Paulo X Internacional

Visão do Goleiro do Internacional: Abbondanzieri

Viu poucas chances do São Paulo. Com o time rival desencontrado, o goleiro saiu bem nos poucos ataques do tricolor


Visão do Goleiro do São Paulo: Rogério Ceni

Trabalhou bastante e foi o destaque tricolor. Viu seu time perdido em campo e a pressão do Inter. Aos 22min do segundo tempo, a zaga são-paulina abre espaço para Giuliano girar e marcar o único gol da partida.

sexta-feira, maio 28, 2010

Esquema Tático do Clássico

Pra quem esperava um clássico com muitos gols, uma decepção, o jogo da rodada que prometia um espetáculo, deixou a desejar.

O Palmeiras entrou em campo com o 4-4-2, enquanto que o São Paulo, manteve o 3-5-2. Num jogo sem muitas chances de gol, os times ainda enfrentaram lesões dos atletas, Cleiton Xavier pelo Palmeiras e Marlos pelo São Paulo, fazendo o tricolor jogar no esquema 3-4-3.

Logo, o Tricolor abrir o placar com Fernandão, o time recuou e o Palestra tentou reagir, mas sem efeito. O Palmeiras ainda teve um pênalti a favor, mas Ceni defendeu.


Quase terminando o jogo, o Palmeiras ainda contou com a ajuda de Marcos, mas, dessa vez, no ataque. O goleiro palmeirense tentou ajudar sua equipe, mas não houve mais tempo.

Duelo dos Goleiros-Torcedores

Duelo maior que o clássico em si, em campo, os maiores jogadores-torcedores, os goleiros Marcos e Ceni. Como não poderia deixar de ser, mais uma vez mostraram a raça e a vontade de defender seus times.

Marcos, além de suas defesas, se aventurou na pequena área do goleiro são-paulino, no finalzinho da partida, tentando, pelo menos, um empate.


Do outro lado, Rogério Ceni, o goleiro conhecido por seus gols, dessa vez fez o ataque palmeirense parar até mesmo em uma cobrança de pênalti.


Os dois ídolos de suas torcidas, me arriscaria a dizer, foram os únicos responsáveis pela alegria de seus torcedores. Mesmo para os palmeirenses, com a derrota no placar, mas a certeza de que eles ainda têm jogadores apaixonados pelo seu manto.

sexta-feira, maio 14, 2010

Raposa ou Santo, quem avança?

Fichas apostadas. Chute inicial. Os brasileiros na Libertadores. Cruzeiro X São Paulo. O jogo prometia.


Logo no início do jogo, o Cruzeiro fez a defesa são-paulina trabalhar, com quase metade do primeiro tempo, o São Paulo começou a comandar o jogo. No lá e cá, o Tricolor abriu o placar, aos 23 minutos.


Sem se abater, o Cruzeiro foi pro ataque, tentou, tentou e tentou de novo, mas Ceni foi um dos nomes do jogo, fez grandes defesas e deixou o São Paulo na vantagem.


Apesar do sufoco que o Cruzeiro deu no ataque, o Tricolor, no segundo tempo, ainda viria o 2X0.




Visão da Pequena Área do São Paulo


Em campo, no esquema tático 5-4-1, Rogério Ceni, com sua excelente atuação no gol são-paulino, assistiu de camarote a estreia de Fernandão, viu do outro lado do campo, a tabela de Marlos e Fernandão, e a finalização de Dagoberto para abrir o placar, ainda no primeiro tempo.


E, no segundo tempo, mais um tabela de Fernandão, dessa vez com Dagoberto e o gol de Hernanes.


O tricolor jogou com os laterais avançados e Fernandão como centroavante, apesar de apenas um jogador na frente, Ricardo Gomes fez um time ofensivo, principalmente nos contra-ataques.


A defesa, com 5 jogadores, ajudaram a evitar o ataque da Raposa. Nos lances de perigo, Rogério fez sua parte e se sagrou grande responsável pela vitória Tricolor, nesse primeiro jogo.




Visão da Pequena Área do Cruzeiro


O goleiro do Cruzeiro, Fábio, apesar de todo entrosamento do time, viu a bola parar nos pés da defesa são-paulina.


Atuando no esquema 4-4-2, com uma linha de jogadores no meio-campo, o Cruzeiro não conseguia quebrar o bloqueio do 5-4-1, mesmo com as alterações do técnico Adilson Batista, os jogadores não encontraram muito espaço para o ataque.


Sem conseguir converter os poucos ataques em gols, Fábio ainda viu a defesa falhar e o Tricolor abrir a vantagem em pleno Mineirão.