São Paulo, Brazil
Sou jornalista, pós-graduada em Jornalismo Esportivo e Negócios do Esporte. São-paulina. Apaixonada por Futebol e pela profissão dos Goleiros.
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sexta-feira, novembro 05, 2010

Visão dos Goleiros

Visão do Goleiro do Botafogo

Com seu time tomando a iniciativa, teve mais momentos de jogadas individuais. Aos 43min do primeiro tempo, na primeira finalização, o time abriu o placar.

Jefferson

Visão do Goleiro do Atlético - GO

Já o Atlético, optou pelos contra-ataques. O time conseguia chagar ao gol, mas a defesa do Botafogo impedia que marcassem o gol. Com os gols do Botafogo, a equipe tentou reagir, mas abriu espaço para os contra-ataques.

sexta-feira, agosto 27, 2010

Visão dos Goleiros

Visão do Goleiro do Botafogo

O time tentou dominar a partida, mas entrou em campo com muitos passes errados e sem grandes finalizações. O gol da vitória só saiu no 2T com uma jogada de velocidade.

Visão do Goleiro do Ceará

O Ceará visava os contra-ataques, mas sem muito perigo para o adversário. Depois do gol do Botafogo, o time ainda tentou reverter o placar, chegou a mandar no jogo, mas sem sucesso.

quarta-feira, agosto 25, 2010

1º Convocação do Mano Menezes: Jefferson (Botafogo)

Jefferson de Oliveira Galvão, mais conhecido como Jefferson (São Vicente, 2 de janeiro de 1983), joga pelo Botafogo.

Jefferson foi revelado no Cruzeiro, onde jogou de 2000 a 2002, logo depois foi emprestado ao Botafogo, onde foi ídolo, com suas espetaculares defesas em momentos decisivos. Ele ajudou a seleção sub-20 a ganhar o Campeonato Mundial sub-20 da FIFA em 2003, disputado nos Emirados Árabes Unidos Em 2005, o Trabzonspor o contratou para substituir o goleiro australiano Michael Petkovic. Entre 2008 e 2009, Jéfferson defendeu outro time turco, o Konyaspor.

Em 2009, não renovou seu contrato com o time turco, ficando assim sem clube. O Botafogo viu que Jéfferson estava sem clube, e resolveu repatriar o goleiro, para muitos o último bom goleiro que o Botafogo teve depois de Wágner. Reestreou pela equipe Alvinegra na partida contra o Fluminense no empate em 0x0 com a equipe tricolor éla 31°rodada do brasileirão, sendo o destaque da partida, com grandes intervenções e belas defesas. Jéfferson continuou sendo titular na meta alvinegra, pois Castillo vinha cometendo diversas falhas e Renan estava se recuperando de uma contusão. Na reta final de 2009, Jéfferson foi o destaque do Botafogo no Brasileiro, salvando a equipe diversas vezes de levar goleadas ou de tomar o gol de empate ou virada.

Em 2010, na partida contra o Flamengo, fez uma defesa milagrosa em chute de Vágner Love a queima roupa, dando assim a vitória do Alvinegro Carioca sobre o maior rival por 2x1, garantindo o Botafogo na final da Taça Guanabara de 2010. E mais tarde, na decisão da Taça Rio do mesmo ano, defendeu um pênalti do atacante Adriano, do Flamengo, garatindo a conquista da Taça Rio e, consequentemente, o título do Estadual de 2010 por antecipação, não sendo assim necessária a realização das finais do campeonato. Após a conquista do Carioca de 2010, o goleiro acertou a renovação de seu contrato com o Botafogo, assinando vínculo com o alvinegro até o final do ano de 2012.

Títulos

Botafogo

  • Campeonato Carioca: 2010

Seleção Brasileira Sub-20

  • Campeonato Mundial de Futebol Sub-20 de 2003

Prêmios

  • Melhor Goleiro do Campeonato Carioca de 2010

  • Melhor Jogador do Campeonato Carioca de 2010

  • 3º Melhor goleiro do Brasileirão de 2010

Fonte: Wikipédia

quarta-feira, agosto 04, 2010

Jefferson: 60 anos depois, uma nova esperança

Depois do desempenho inacreditável na Copa de 2010, o brasileiro observa as novas promessas para 2014. O início de uma nova fase para a seleção brasileira, novo técnico e os novos convocados.
Muitos voltam suas atenções para os atacantes, a busca é incessante pelos goleadores. O meio de campo também tem seu destaque com os belos passes para o atacante apenas empurrar a bola e sair para comemorar.
Assim, os amistosos “Pós-Copa” revelaram uma gama de promessas, mas um nome me chama a atenção: Jefferson, o goleiro do Botafogo.
Pode parecer estranho visto que é convocado como goleiro reserva, mas a história é antiga. Quem não se lembra de Moacyr Barbosa ou mesmo do Dida?
Apesar da diferença deles terem sido titulares, uma semelhança pode comprometer a vida profissional do goleiro: a cor da pele.
Parece bobagem em pleno século XXI, mas a imagem dos goleiros ainda é difícil de ser entendida. Eles passam de herois para vilões em alguns segundos e o preconceito ainda impera.
O negro no futebol é visto como o jogador da jinga, do drible, da habilidade com as pernas e, definitivamente, não são atributos dos goleiros. Assim, ainda não se vê com bons olhos as qualidades dos goleiros negros, ainda mais ao lembrar do Barbosa.
Ele foi consagrado no Vasco e teve a infelicidade de sofrer o gol na final da Copa de 50, em pleno Maracanã.
Há quem ainda lembre e julgue o goleiro, mas em janeiro deste ano, Luis Guilherme, goleiro do Botafogo na Copa São Paulo de Futebol Juniores colocou em xeque a sentença da falha no gol ao declarar que Barbosa é seu ídolo, durante sua entrevista para a TV Brasil:

“Olha, tenho respeito pelo Júlio César, pelo Dida, pelo
Taffarel, mas meu grande ídolo é o Barbosa, da Seleção
de 50. Não acompanhei ele jogar porque não era nascido,
mas li toda sua biografia. É meu verdadeiro ídolo!”

As palavras do jovem goleiro trouxeram uma nova visão aos torcedores, talvez demore algum tempo para a fama do goleiro realmente mudar, mas o tiro de meta já foi cobrado com perfeição por Luis Guilherme.
Enquanto isso, Jefferson continua seu trabalho no Botafogo, se destaca pelo profissionalismo e competência. Conquistar os botafoguenses foi tarefa fácil, agora espera sua chance na seleção brasileira, mas tem consciência das dificuldades.

Se depender da força de vontade e do comportamento do goleiro do Botafogo, suas convocações para a seleção estão apenas começando. Afinal, se um time tem resultados positivos, boa parte do mérito fica com o goleiro.
O que pode-se ver é que dentro dos clubes o goleiro ganhou espaço e, hoje, sua imagem e desempenho estão cada vez mais valorizados. Já na seleção as coisas mudam, talvez em amistosos a cobrança não seja tanta, mas, durante a Copa do Mundo, qualquer suspeita de falha pode fazer a carreira na seleção ser curta.
A vida dos goleiros não é fácil no Brasil. Acostumados e deslumbrados com o futebol arte, os brasileiros esquecem que a arte pode ser feita dentro da pequena área. Os saltos para defender as faltas cobradas no ângulo, as defesas à queima-roupa, os pênaltis defendidos.
Será que a valorização dos goleiros chegará à seleção e uma nova fase dos goleiros negros na seleção pode começar?
A sentença de Barbosa já foi cumprida. Agora, Jefferson espera a camisa 1, como se fosse a 5ª cobrança de pênalti na final da Copa, aquela chance de escrever uma nova história.