São Paulo, Brazil
Sou jornalista, pós-graduada em Jornalismo Esportivo e Negócios do Esporte. São-paulina. Apaixonada por Futebol e pela profissão dos Goleiros.
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quarta-feira, maio 05, 2010

Nos pênaltis surge um ídolo



Ano de Copa do Mundo, amigos e família reunidos nos dias de jogos. O evento mais brasileiro que existe. O verde e amarelo em campo. Os corações brasileiros palpitando forte. Gritos e comemorações a cada mudança de placar a nosso favor. Um ídolo se fez pelo contrário, evitando os gols dos adversários.

Cláudio André Mergen Taffarel, ou simplesmente Taffarel, nosso goleiro e salvador dos pênaltis. Quem não se lembra da Copa de 1994, o Tetra Brasileiro. Em campo, o maior ídolo goleiro que já tivemos.

Na final, Brasil X Itália, o jogo terminava em 0x0, e pela primeira vez, o campeão seria decidido nos pênaltis. Com 2x2 nos pênaltis, Taffarel para Massaro, jogador da Itália, logo depois Dunga faz o seu, e Baggio, da Itália, manda pra fora. O jordão “Vai que é tua Taffarel!” ressurgia.

Em 98, a Seleção encarou a disputa de pênaltis logo na semifinal, contra a Holanda, e mais uma vez, o goleiro deu um presente aos brasileiros. Defendeu 2 pênaltis e passou o Brasil para a final. Contra a França, o grito de Penta ficou engasgado.

No ano passado, Taffarel ficou em 10º lugar no ranking, feito pela Federação Internacional de História e Estatísticas, dos melhores goleiros da história do futebol, desde 1987. O melhor dentre os brasileiros.

sexta-feira, abril 30, 2010

4-3-3



Muito utilizada em meados de 60, início de 70 e pela Holanda na Copa de 94, o esquema tem quatro jogadores na defesa, três no meio-campo e três no ataque.


Na defesa se tem três jogadores de frente que ajudam na marcação dos laterais/volantes do time adversário. No ataque, os laterais sobem para desarmar a defesa adversária.


O ideal: Ataque com jogadores velozes, dinâmicos; Meio-campo com um meia de ligação.

Centenário demolido frente ao Imperador?


Depois do 1X0 para o Flamengo, nas quartas de final pela Libertadores, o técnico do Corinthians, Mano Menezes, deixou no ar uma possibilidade de mudança de esquema tático, o que poderá ser a volta do 4-3-3 no alvinegro.


Na quarta-feira, em um jogo que prometia ser o mais disputado da rodada da Libertadores, os torcedores do Flamengo tiveram que se contentar com apenas um gol de pênalti, cometido por Moacir e cobrado pelo Imperador.

A chuva também ajudou a estragar a festa que prometia ser grande no Maracanã. Num campo pesado, exigindo muito preparo físico dos atletas, a bola não rolava, os chutes ficam pelo meio do caminho. Do lado alvinegro as atenções eram para Ronaldo, que teve uma péssima atuação em campo. Do outro lado, o rubro-negro contava com Adriano, que fez as pazes com a torcida e a mídia ao fazer o gol, chutar uma bola no travessão e ter outra finalização defendida por Julio Cesar. Aliás, o goleiro do Corinthians, foi o melhor em campo, apesar do gol, créditos devem ser dados a excelente cobrança feita por Adriano.



No primeiro round do duelo de gigantes (Ronaldo e Adriano), o Imperador conquistou, agora só nos resta esperar pelos próximos 90 minutos.


Visão da Pequena Área na chuva


Quem acha que só quem corre em campo é prejudicado com chuva, esquecem dos heróis da pequena área, e ainda mais nesse jogo podem assim serem chamados.

Bruno e Julio Cesar sempre atentos aos lances e possíveis paradas de bola nas poças d'água que se formaram no campo, tiveram saídas excepcionais para a defesa. Muito além do desgaste físico, entra em campo o desgaste emocional, pela cobrança e atenção durante toda a partida.



O principal lance de Bruno, goleiro do Flamengo, foi sua saída para defender a finalização de Moacir. Do outro lado, Julio Cesar viu Adriano cabecear para o gol e fez grande defesa.