São Paulo, Brazil
Sou jornalista, pós-graduada em Jornalismo Esportivo e Negócios do Esporte. São-paulina. Apaixonada por Futebol e pela profissão dos Goleiros.
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quarta-feira, dezembro 01, 2010

Goleiro Campeão

Apesar dos títulos/medalhas ainda não terem vindo, Bruno já se consagrou campeão.

Depois do grave acidente, numa sexta-feira de 2006, o então goleiro reserva do São Paulo FC ficou tetraplégico e perdeu dois amigos (o quarto goleiro do São Paulo, Weverson, e a jogadora de vôlei do Finasa/Osasco, Natalia Lane).

Hoje, o ex-goleiro se dedica a um novo esporte: a vela.

Sua meta é participar dos Jogos Paraolímpicos de 2012, em Londres. Quem duvida de sua capacidade?

Agora é torcer por suas vitórias, mas, acima de tudo, vê-lo novamente no esporte se tornou a sua maior conquista e um grande orgulho.

sexta-feira, maio 28, 2010

Esquema Tático do Clássico

Pra quem esperava um clássico com muitos gols, uma decepção, o jogo da rodada que prometia um espetáculo, deixou a desejar.

O Palmeiras entrou em campo com o 4-4-2, enquanto que o São Paulo, manteve o 3-5-2. Num jogo sem muitas chances de gol, os times ainda enfrentaram lesões dos atletas, Cleiton Xavier pelo Palmeiras e Marlos pelo São Paulo, fazendo o tricolor jogar no esquema 3-4-3.

Logo, o Tricolor abrir o placar com Fernandão, o time recuou e o Palestra tentou reagir, mas sem efeito. O Palmeiras ainda teve um pênalti a favor, mas Ceni defendeu.


Quase terminando o jogo, o Palmeiras ainda contou com a ajuda de Marcos, mas, dessa vez, no ataque. O goleiro palmeirense tentou ajudar sua equipe, mas não houve mais tempo.

Duelo dos Goleiros-Torcedores

Duelo maior que o clássico em si, em campo, os maiores jogadores-torcedores, os goleiros Marcos e Ceni. Como não poderia deixar de ser, mais uma vez mostraram a raça e a vontade de defender seus times.

Marcos, além de suas defesas, se aventurou na pequena área do goleiro são-paulino, no finalzinho da partida, tentando, pelo menos, um empate.


Do outro lado, Rogério Ceni, o goleiro conhecido por seus gols, dessa vez fez o ataque palmeirense parar até mesmo em uma cobrança de pênalti.


Os dois ídolos de suas torcidas, me arriscaria a dizer, foram os únicos responsáveis pela alegria de seus torcedores. Mesmo para os palmeirenses, com a derrota no placar, mas a certeza de que eles ainda têm jogadores apaixonados pelo seu manto.

sexta-feira, maio 14, 2010

Raposa ou Santo, quem avança?

Fichas apostadas. Chute inicial. Os brasileiros na Libertadores. Cruzeiro X São Paulo. O jogo prometia.


Logo no início do jogo, o Cruzeiro fez a defesa são-paulina trabalhar, com quase metade do primeiro tempo, o São Paulo começou a comandar o jogo. No lá e cá, o Tricolor abriu o placar, aos 23 minutos.


Sem se abater, o Cruzeiro foi pro ataque, tentou, tentou e tentou de novo, mas Ceni foi um dos nomes do jogo, fez grandes defesas e deixou o São Paulo na vantagem.


Apesar do sufoco que o Cruzeiro deu no ataque, o Tricolor, no segundo tempo, ainda viria o 2X0.




Visão da Pequena Área do São Paulo


Em campo, no esquema tático 5-4-1, Rogério Ceni, com sua excelente atuação no gol são-paulino, assistiu de camarote a estreia de Fernandão, viu do outro lado do campo, a tabela de Marlos e Fernandão, e a finalização de Dagoberto para abrir o placar, ainda no primeiro tempo.


E, no segundo tempo, mais um tabela de Fernandão, dessa vez com Dagoberto e o gol de Hernanes.


O tricolor jogou com os laterais avançados e Fernandão como centroavante, apesar de apenas um jogador na frente, Ricardo Gomes fez um time ofensivo, principalmente nos contra-ataques.


A defesa, com 5 jogadores, ajudaram a evitar o ataque da Raposa. Nos lances de perigo, Rogério fez sua parte e se sagrou grande responsável pela vitória Tricolor, nesse primeiro jogo.




Visão da Pequena Área do Cruzeiro


O goleiro do Cruzeiro, Fábio, apesar de todo entrosamento do time, viu a bola parar nos pés da defesa são-paulina.


Atuando no esquema 4-4-2, com uma linha de jogadores no meio-campo, o Cruzeiro não conseguia quebrar o bloqueio do 5-4-1, mesmo com as alterações do técnico Adilson Batista, os jogadores não encontraram muito espaço para o ataque.


Sem conseguir converter os poucos ataques em gols, Fábio ainda viu a defesa falhar e o Tricolor abrir a vantagem em pleno Mineirão.